Eu não vou falar de amor.
Essa publicação faz parte de um trabalho avaliativo da disciplina de Cibercultura, trabalhando com Pierre Levy e "As Tecnologias da Inteligência - O futuro do pensamento da era da informática".
(Para saber mais: As Tecnologias da Inteligência - Pierre Levy)
Pierre fala sobre os três tempos do espirito as técnicas
contemporâneas de comunicação e processamento da informação por computador, questionando a relação homem e maquina valorizando assim, a ferramenta intelectual. Assim, começamos falando sobre o primeiro tempo: a Oralidade. A oralidade é palavra e memória, o que se é relembrado e contado fazendo do passado o presente e do presente a continuidade, o eterno retorno. Levy diz que: "A oralidade é também um devir, um devir sem marcas nem vestígios."(p.51), a memória e a palavra estão presentes na realidade do mundo, é o fluxo permanente, que atua como regimento geral do universo, cria e transforma todas as realidade, a narrativa, o vir a ser, caminho para o progresso. O desenho representa a memória.
A escrita e a história, o segundo tempo do espirito o passo para o futuro, o progresso em si. Segundo Pierre " O eterno retorno da oralidade foi substituído pelas longas
perspectivas da historia". (p.53) , o que transforma o novo jeito de ver o mundo, possibilita saber o tempo de inicio e fim, compreendendo a evolução, o domínio da comunicação e consolidando a palavra falada como história, em registros. A carta.
E por fim o Tempo Real, o aqui e agora, as coisas efêmeras e instáveis, o tempo da era digital. o terceiro tempo do espirito representa o presente a interface do mundo contemporâneo, ou seja, a concepção técnica do seu ambiente de trabalho, como é e pode ser visualizada. A evolução da tecnologia é o ponto de partida para as tecnologias intelectuais.O mundo das interfaces, as redes.
Minha memória registrada: Sabe quando você vive muitas coisas e conhece muitaaas pessoas? Ai você conhece, e passa boa parte do seu dia e gasta muito tempo da sua vida com essas mesmas pessoas? Pois bem, quando entrei na universidade foi assim. Muitos dias se passaram e conquistei algumas amizades, assim como uma boa relação com os colegas. Mas, nem tudo são flores. Esse desenho LINDOO ai em cima é uma lembrança que tenho da primeira briga no corredor, de cores mortas, da UFOB. O interessante desse dia foi o por quê que tudo aconteceu, tudo interpretações e maus entendidos das aulas, dos grupinhos que sempre acaba rolando... saca? algo que parece com o lance do hipertexto que o doidão futurista do Pierre falou, de transformar o contexto compartilhado pelos parceiros, o jogo da comunicação de transformar os sentidos e ficar ligado na interpretação, nas palavras, frases, letras, sinais e tal, criando toda a história e fazendo o contexto. Escrevi uma carta falando sobre esse dia, saca só(Nos corredores ). E é isso a cada
instante, um novo comentário, uma nova interpretação, um novo desenvolvimento ou uma nova confusão pra ficar na história...
-Sobre o oficio, P.I
Sobre o oficio, P.I



